Carlos Alberto de Nóbrega, apresentador do A Praça é Nossa deu uma interessante declaração semana passada a um jornal mineiro:
Movida a VODKA!
É exatamente esse tipo de vivência que faz a gente olhar para vida e seguir confiante (talvez cambaleando, segurando nas paredes, procurando gelo e abrindo garrafas com os dentes, mas sempre em frente!)
Além de ser uma supermodelo badalada por sua beleza ‘exótica’ (já desfilou e fez campanhas para as mais famosas maisons do mundo) a inglesa tem uma loja de roupas vintage, é linda, ruiva, é casada com o Jack White do White Stripes e agora lançou sua carreira musical. Normal pensar ‘ah é por causa do marido’. Obviamente o Jack deu uma força pra Karen se jogar nas guitarras – mas talvez o nome famoso dele não tenha feito tanta diferença: descobri o single hoje por acidente fazendo uma busca nada a ver na Wikipedia – ou seja, a coisa não foi tão mainstream assim.
O single ‘The Ghost Who Walks’ é uma das músicas mais fofas que ouvi esse ano. Lançado no final de abril, tem a versão acústica e a versão full. Prefiro a acústica que é a que vou postar aqui:
Só a título de curiosidade: Karen se casou com Jack em 2005, no Brasil - mais precisamente em Manaus, bem no meio do rio Amazonas, em um barco. A cerimônia foi feita por um Pajé de uma tribo da região.
Uma vez me perguntaram o que eu mais gosto em ser mulher. Eu respondi “ser feminina”. Parece redundante, mas não é bem assim. Muita gente confunde o “ser feminina” com frescura. Bom, ser feminina é mais um frescor do que frescura. Para ser feminina não é preciso usar vestido o tempo todo ou estar impecavelmente sentada na ponta do sofá pra não mostrar a calcinha. A feminilidade está nos gestos e nas palavras. E também no cheiro. Uma vez um amigo meu disse que a coisa que o mais encantava nas mulheres era o cheiro. Cheiro de mulher.
E é falando de cheiro que trago no Shoe-me o novo perfume de Jean Paul Gaultier, Ma Dame. Separado assim mesmo, do francês “Minha Dama”.
O frasco ainda mantém a famosa forma “Madonna” e o corselet da Ambition Tour, que imortalizou várias fragrâncias do estilista, porém agora o contorno feminino aparece dentro do estojo de vidro. O aroma é uma mistura de notas florais frescas com laranja, grenadine, musk e cedro, bem delicado e obviamente, feminino.
A campanha é estrelada pela modelo (que todo mundo quer) Agyness Deyn e o próprio Jean Paul Gaultier:
No vídeo, vemos como ser selvagem tabém faz parte da feminilidade ( e pelo amor de Deus, quantos metros de perna essa menina tem?):
Para conhecer mais sobre a história desta fragrância, de Jean Paul é só navegar AQUI no site oficial.
E depois passar em alguma loja e sentir o cheirinho de verdade né! Porque vai que sua mãe tá fritando um bife neste exato instante e você não consegue sequer imaginar uma explosão do flores no seu nariz, e sim uma explosão de contra-filé mal passado no ar. Aff…
* Esse post é um publieditorial e com ele poderei comprar meu presente de Natal – ainda estou na dúvida sobre um sapato ou uma tatuagem nova…
Que coisa mais chata que é dar parabéns atrasado… Bate aquela vergonha, constrangimento pela falta de consideração. Difícil consertar uma gafe dessas mas a gente tenta…
Né?
No dia 28 de setembro o Shoe-me completou 2 anos!
Parabéns para todos que fazem parte da equipe editorial (ou seja, eu)
Muito obrigada a todos que fazem o Shoe-me existir (ou seja, vocês!)
Obrigada mesmo, de verdade, pela leitura, pelo carinho e enfim, por me visitarem aqui.
Beijos, abraços, drinks, risadas e muito amor para todos.
Chochamos bem para chochar sempre!
PS: o cartão meia-boca eu fiz usando word e windows picture manager. Meu Photoshop morreu. Sou mestra em fazer edição de imagem bagaceira em programas ruins. Ainda bem que Marilyn salvou o layout!
Ps2: Esqueci também de agradecer imensamente a Neca, que fez o layout novo do blog e eu nunca agradeci porque sou esquecida e mal-educada. Desculpa Neca! Parabéns procê também
Como centenas de milhares de brasileiros eu coloquei meu nome no site para comprar ingressos para finalmente ver Queen Madgie rebolar ao vivo. Nem preciso me derramar ao dizer o motivo de minha apreensão. Sei que muitos estão dispostos a pagar o preço que for pra ver Madonna de perto. Eu pago o que tenho e o que não tenho. É como algo que tenho que fazer.
Falando agora com um amigo, surgiu a questão de música favorita. Sei cantar todas de cor, de todos os álbuns. Mentira, sei cantar uns 90%. Mas não deixa de ser algo estranho, sabendo que a mulher tem trocentos álbuns gravados. Minha música preferida de Madgie não é famosa, mas para mim soa como uma verdadeira confissão.
Do álbum Erotica (favorito) minha música favorita: Secret Garden
In my secret garden, I’m looking for the perfect flower
Waiting for my finest hour
In my secret garden, I still believe after all
I still believe and I fall
You plant the seed and I’ll watch it grow
I wonder when I’ll start to show
I wonder if I’ll ever know
Where my place is
Where my face is
I know it’s in here somewhere
I just wish I knew the color of my hair
I know the answer’s hiding somewhere
In my secret garden, there’s
A petal that isn’t torn
A heart that will not harden
A place that I can be born
In my secret garden
A rose without a thorn
A lover without scorn
If I wait for the rain to kiss me and undress me
Will I look like a fool, wet and a mess
Will I still be thirsty
Will I pass the test
And if I look for the rainbow, will I see it
Or will it pass right by
‘Cause I’m not supposed to see
‘Cause the blind are never free
Even at my secret garden
There’s a chance that I could harden
That’s why I’ll keep on looking, for
I still believe, I still believe
‘Cause after all is said and done
I’m still alive
And the boots have come and trampled on me
And I’m still alive
‘Cause the sun has kissed me, and caressed me
And I’m strong, and there’s a chance
That I will grow, this I know
So I’m still looking for
Somewhere in fountain blue
Lies my secret garden
* PS: Odeio post de blog com letra de música. Mas essa vale.
A primeira vez que vi Elizabeth Taylor eu era bem novinha. Foi em um filme chamado “Gata em Teto de Zinco Quente”. Apesar dela ser a Cleópatra mais idealizada do cinema, foi neste filme com Paul Newman (lindo) que me apaixonei pela beleza de Taylor.
Ela sempre foi uma diva, e é uma das últimas de sua era. Uma vez em uma entrevista ela disse que apesar de ter tantos homens em sua vida, nunca amou ninguém como amou Richard Burton. E ela ostentava nessa mesma entrevista, já bastante desgastada e mostrando sua idade, um poderoso anel com um dos maiores diamantes que já vi em um anel. Aquele era um presente de Richard, que ela disse usar todos os dias. Não pelo tamanho da pedra, mas para nunca se esquecer do tamanho de seu amor.
Elizabeth Taylor, minha gata em teto de zinco quente, está internada em estado grave. Ela tem 75 anos, mas seu alcoolismo estragou demais seu belo corpo esguio e delicado com os mais lindos os olhos do cinema.
Uma diva de verdade, mas tomou muitos martinis no café da manhã.
O Brasil fez disco music sim, muito além de abra suas asas e solte suas feras”.
Que tal a disco Macumba:
Não sei exatamente o ano, mas deve ser final dos 70 ou começo dos 80. O sapato prateado junto com a camisa manga de morcego é digna de um terreiro com luzes e globos de espelho. Vou correndo ensaiar estes passinhos pra me jogar na noite.
A alta costura bombando nos desfiles e os leitores me perguntam “quedê os comentários?”. Bom, eu vi os desfiles, porém vou falar dos sapatos. Shoe-me né?
Chanel foi minha grande decepção. Parece sapato do Shopping do Calçado de Franca. E nem preciso COMENTAR da dor que senti ao ver este salto de acrílico. Sem graça. E sem papas na língua: tem cara de sapato vagabundo. Chanel? Não faz assim comigo não.
Elie Saad jogou bem com os frufrus na ponta e na cor grafite. Peep Toe ainda é forte tendência e eu particulamente acho sensual e chique.
Essas belezinhas são Gaultier. Tiras fininhas em tom acobreado, delicadas que seguram bem o pé. Nada pior do que uma sandália de tira fina onde seu pé fica escorregando pra frente. Dedão no chão nom pode. E essas são divinas.
A loucura da Dior é “uma trama de couro e metal em uma ankle boot com salto vazado com apliques de brilhantes e peep toe”. UFA que sapato trabalhado! Para poucas, muito poucas. Uma sapato desses exige muito mais do que dinheiro pra comprar…
A-DO-REI. Amo sapato pink, adorei a fivela na canela da Givenchy. Não sei se eu teria a “força carão” pra combinar com uma meia também pink, mas eu usaria essa sandália pra me jogar na pista sem dúvida.
Lacroix fez um sapato bem estilo Luis XV que eu pessoalmente não gostei. Tem um ar muito senhora. Ainda mais com esse aplique brilhoso na ponta+cetim+salto carretel+bico fino. Não entraria em meu armário. Valentino… Eu gostei. Deve dar um trabalho danado para colocar, e é bastante frágil com essas fitinhas. Obviamente é aquele sapato “uso uma vez a cada 5 meses para não gastar”. É fofo, porém, item de colecionador.
E meu favorito.
Dior também. O salto gigante me mata de TESÃO. Sério, eu tenho tesão por esse sapato. Vou convidá-lo para tomar um dry martini, ouvir um jazz, depois quem sabe eu passo a noite na cama com ele, sem roupa nenhuma, só eu e o sapato, embaixo dos lençóis…
Sou kitsch, gosto de coisa antiga e de exageros. Por isso adoro esse filme:
Chama-se Kismet (coincidência!) e é de 1944. O filme é ruim, mas eu tenho aqui em casa. Essa é Marlene Dietrich se acabando com a música árabe e muito ouro. Vale lembrar que a mulher tinha mais de 40 anos sem botox – motivo pelo qual imagino eu, ela usa esse lenço no rosto. Apesar de tudo, é nestes dias cheios de dança no pau (ou mastro), créu e “afans” que eu mostro que mulher sensual pode e deve ser chic sim.
Arreganhar a periquita tá muito fácil né minha gente? Faz a Marlene!
Eu assisto Conan comendo coxinha. Eu ouço Chet Baker tomando dry martini. Eu jogo videogame fumando Marlboro. Contatos imediatos: é só enviar sua mensagem para eshoeme (at) gmail.com
Disclaimer
Shoe-me é um blog sobre celebridades, moda e frivolidades, que publica rumores e suposições de acordo com fatos já divulgados na mídia. As informações deste site podem ou não ser verdadeiras e a autora não garante a validade de nenhuma das afirmações aqui contidas. A autora só tenta garantir boas risadas sem nenhuma obrigação politicamente correta, já que não deve nada pra ninguém. Talvez para o banco, mas isso não vem ao caso.
@sarashoeme
The first time i saw @fatbellybella was on TV, back in 1997. To me, she looks like Nefertiti, and sounds like a godess. _2010/09/04
Meu tem uma mulher muito BEZARRAH vendendo isqueiro e charuto no programa do Amaury Jr. Vergonha alheia GERAL. _2010/09/04